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A população brasileira de um modo geral não tem o hábito, ou melhor não possui uma frequência muito alta da ingestão destes tipos de alimentos. Até entendo que dois deles pode ser em função dos preços, mas com relação à sardinha não há desculpas. Na verdade, esses alimentos são ricos em ômega 3, que é classificado como uma ácido graxo existentes somente em peixes de água fria.
Esses ácidos também contribuem para que seu coração consiga bater a todo vapor, pois eleva os níveis do colesterol bom, ou seja, o HDL e reduz, aquele que é prejudicial, o LDL. Se você pensa que a lista de benefícios para por aí, está muito enganada, pois além do que já citamos eles também são responsáveis por abaixar o índice de triglicérides e a pressão sanguínea, que consequentemente ajuda na prevenção de aterosclerose, infarto e derrame. Hoje em dia existem pesquisas que indicam que o ômega 3 diminui os riscos de doenças degenerativas do cérebro, melhora os níveis de serotonina e dopamina, que são substâncias relacionadas à depressão, e como se não bastasse ainda diminui o nível de insulina, impedindo o desenvolvimento da diabetes. Mas preste atenção na quantidade ingerida, na verdade, o recomendado é a ingesta de 3 vezes por semana desses alimentos, pois apesar de todos os benefícios, o ômega 3 é um tipo de gordura, que possui muitas calorias. Por isso, mude sua alimentação agora, só você tem a ganhar com isso.
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